Carlos Eduardo Ignez · AG4 Editora

Seu maior fornecedor
custa R$ 167 mil por ano.

É o imposto da sua academia. E é o único que você nunca sentou para negociar.

  • Acesso imediato
  • Pagamento seguro Hotmart
  • 7 dias de garantia
Capa do livro Hipertrofie: Os Lucros da sua Academia, de Carlos Eduardo Ignez
  • CF art. 150, VI, “d”Imunidade de livros, na Constituição desde 1988
  • RE 330.817 / STFRepercussão geral: a imunidade alcança o livro digital
  • Súmula Vinculante 57Obriga todo o Judiciário e toda a administração pública
  • LC 123/2006 art. 18Segregar receita por natureza não é opção. É dever
  • EC 132 e LC 214/2025A reforma tributária manteve a imunidade expressamente

Você negocia o aluguel, a energia, a taxa da maquininha e o suplemento. Agora responde sem consultar ninguém: quanto você paga de imposto por aluno?

Não o total do mês. Por aluno. De cada mensalidade de R$ 150 que entra, quantos reais saem em tributo?

Quase ninguém sabe, e não é descuido. No Simples, o tributo chega numa guia só: um valor, uma data, um código de barras. No Lucro Presumido, o contador monta, você aprova e paga. Nos dois casos você acompanha a saída do caixa, nunca a formação do número.

O dono de academia sabe quanto paga de imposto. Ele não sabe do que aquilo é feito. E ninguém discute o que não consegue ver.

Então vamos calcular junto.

Academia com 500 alunos pagando R$ 150. São R$ 75 mil por mês, R$ 900 mil no ano, no Simples Nacional. A atividade cai em um de dois anexos, e a diferença entre eles é grande.

Anexo III de imposto em cada mensalidade de R$ 150. Alíquota efetiva de 12,04%.
Por mês, 500 alunos
R$ 9.030
Por ano
R$ 108.360
Anexo V de imposto em cada mensalidade de R$ 150. Alíquota efetiva de 18,60%.
Por mês, 500 alunos
R$ 13.950
Por ano
R$ 167.400

E isso é só o DAS. Não entrou taxa municipal, não entrou tributo sobre lucro distribuído, não entrou contribuição adicional. Você tem algum outro fornecedor que custe R$ 167 mil por ano? Provavelmente só o aluguel e a folha. E com esses dois você negocia todo ano.

alunos novos para produzir o mesmo resultado.

R$ 1 de imposto economizado vale mais que R$ 1 de venda nova.

Mensalidade nova não vira lucro. Ela entra numa fila: custo de aquisição, custo de atender, imposto. O que sobra no fim é a sua margem.

Imposto que você deixa de pagar não passa por fila nenhuma. Cai inteiro na margem. Reduzir R$ 5 mil por mês na conta tributária, com margem líquida de 15%, equivale a faturar R$ 33.333 a mais todo mês. A R$ 150 por aluno, são 222 matrículas novas.

Você tem 500 alunos. Estamos falando de crescer a base em 44%, com campanha, mídia, mais professor, mais equipamento e mais desgaste. A reestruturação tributária usa a mesma sala, os mesmos 500 alunos e o mesmo professor.

A virada de chave

O segredo está no que você vende. Não em quanto você paga.

Quando um aluno paga R$ 150, ele recebe acesso à estrutura, prescrição de treino, avaliação física, acompanhamento na sala, talvez aula coletiva e conteúdo. São coisas de naturezas diferentes. Mas na hora de faturar, tudo vira uma linha só: “Plano Gold, R$ 150,00”.

O sistema tributário brasileiro não cobra o mesmo imposto sobre coisas diferentes. Quando você declara tudo como uma coisa só, está dizendo ao fisco que vende uma coisa só. E ele aplica sobre o total a tributação daquela única coisa, que no seu caso é a mais cara da tabela.

Reclassificar o que você já vende

Pegar a mesma mensalidade, entregar exatamente o que sempre entregou, e escrever na nota que uma parte é “produto”. Isso não segrega nada.

Simulação. Evasão com outro nome

Passar a vender, de verdade, mais uma coisa

Acrescentar à oferta um produto real, com preço real, que o aluno de fato adquire e de fato recebe. A partir daí você passa a ter dois tipos de receita.

Elisão. A lei exige a separação

A pergunta deixa de ser “como pago menos imposto sobre o que vendo?” e passa a ser “o que mais faz sentido eu vender para o meu aluno?”. Vira conversa de negócio, não de contabilidade.

Por que o produto certo é o livro digital

Suplemento, roupa e garrafa também geram receita de mercadoria. Mas exigem estoque, compra, logística, espaço e capital de giro. Você troca um problema tributário por um problema operacional.

Imunidade constitucional, não benefício de lei

Benefício de lei ordinária cai com uma canetada. Imunidade constitucional só cai com emenda. A dos livros foi confirmada pelo STF em repercussão geral e virou Súmula Vinculante 57. Na prática: não paga ICMS e não paga ISS.

art. 150, VI, “d”

Preço público e verificável

O fisco vai perguntar se o valor atribuído corresponde à realidade. Com obra publicada, com ISBN, autor identificado e à venda em plataforma aberta, qualquer auditor confere em trinta segundos.

Capa impressa do livro

A entrega digital deixa rastro

Todo planejamento tributário vive ou morre na prova. Tente demonstrar, quatro anos depois, que entregou uma garrafinha para um aluno específico em março.

CPF do aluno vinculado Data e hora de cada entrega Registro exportável para a nota

Faz sentido para o seu aluno

Ninguém entra numa academia por causa do aparelho. Entra para emagrecer, ganhar massa, envelhecer bem, se recuperar. E a maior dúvida do aluno nunca é como usar a máquina: é nutrição, suplementação, descanso, o que fazer nos outros seis dias. Conteúdo não é enfeite na oferta de uma academia. É o complemento natural do que ela já entrega.

Isso é novo? Não. É novo no seu setor.

Abra a fatura detalhada do seu celular. Não o total do aplicativo, o detalhamento que ninguém abre. Você não vai encontrar “Plano, R$ 89,90”. Vai encontrar o plano principal e, abaixo, uma sequência de linhas com valores próprios: serviços digitais, conteúdo, aplicativos.

Isso não é desorganização. É segregação de receita, visível, na sua mão, todo mês.

  • Faz uma década que as operadoras entregam um livro digital por mês, vinculado ao CPF, com valor destacado na composição do plano.
  • Os fornecedores mudaram várias vezes. O modelo não. Empresas concorrentes, cada uma com o seu próprio jurídico, mantiveram a mesma estrutura.
  • Milhares de provedores regionais de internet, no Simples, com contador local, operam assim há mais de dez anos. A parte cara do aprendizado outro setor já pagou.

Existem duas formas de ser o primeiro. Uma é testar uma tese que ninguém sabe se funciona. A outra é ser o primeiro do seu setor a aplicar uma tese já validada por outro. Você está na segunda.

Dois exemplares do livro Hipertrofie empilhados

Contas na mesa: quanto muda de verdade

Todas as simulações usam a mesma composição: mensalidade de R$ 150, sendo R$ 80 de serviço e R$ 70 de aquisição da obra digital. O aluno continua pagando R$ 150. O faturamento não muda. A faixa da tabela não muda.

Economia mensal aproximada por porte e enquadramento, conforme o Capítulo 12 do livro.
PorteFaturamentoEnquadramentoEconomia por mês
Academia pequenaR$ 50 mil/mêsAnexo IIIR$ 1.350
Academia pequenaR$ 50 mil/mêsAnexo VR$ 3.050
Academia médiaR$ 150 mil/mêsAnexo IIIR$ 5.415
Academia médiaR$ 150 mil/mêsAnexo VR$ 9.290
Academia grandeR$ 270 mil/mêsAnexo IIIR$ 11.850
Academia grandeR$ 270 mil/mêsAnexo VR$ 16.840
Rede no Lucro PresumidoR$ 350 mil/mêsPresunção de 8% e 12%R$ 23.000

Repare que a economia não cresce proporcionalmente ao faturamento. Cresce mais, porque a distância entre as tabelas aumenta conforme você sobe de faixa. E a ressalva que o livro faz e que a maioria dos materiais esconde: esses valores são economia bruta. Existe custo de acervo, de ferramenta de entrega, de ajuste contratual, de inscrição estadual e uma rotina mensal a mais para o contador. Faça a conta líquida antes de decidir, e desconfie de quem só te mostrar a bruta.

Quatro coisas que este livro não é

Não é um livro técnico para contadores

Foi escrito para donos e gestores de academias, boxes e estúdios. Tem conta, conceito e legislação, mas em português, com exemplo de academia, e na ordem em que a coisa faz sentido para quem toca o negócio.

Não substitui o seu contador

Prepara você para conversar com ele. Existe uma diferença enorme entre chegar dizendo “ouvi falar que dá para pagar menos imposto” e chegar dizendo “entendi a lógica da segregação de receitas, sei em que anexo minha atividade se enquadra, e quero avaliar se isso se aplica ao meu caso”. A primeira conversa não vai a lugar nenhum.

Não promete um número

Você vai ver simulações reais e conseguir estimar a sua ordem de grandeza. O resultado depende do seu regime, do seu faturamento, do seu enquadramento e do ISS do seu município. Quem promete percentual fixo sem olhar a operação está chutando.

Não ensina nada que precise ser escondido

Tudo aqui é público: está na Constituição, em decisão do Supremo, na legislação vigente, e é praticado abertamente por empresas grandes que você conhece pelo nome. Uma delas provavelmente é a operadora do seu celular.

E pode não ser para você

Academia com 80 alunos a R$ 150 fatura R$ 144 mil por ano. No Anexo V, a economia fica em torno de R$ 720 por mês, o que provavelmente compensa. No Anexo III, cai para cerca de R$ 188 por mês, e aí é bem possível que o custo de implantar e manter consuma boa parte disso.

O livro responde isso com essas palavras, na página 174. Se o seu porte não justifica, você vai saber antes de gastar um real com implantação, e vai ter aprendido a calcular sozinho a sua alíquota efetiva. O que já vale a leitura.

O que tem dentro

17 capítulos. 202 páginas. E três anexos que você usa na segunda-feira.

Parte 1

O diagnóstico

  • Por que academia e provedor de internet são gêmeos tributários
  • O que mudou de verdade na fiscalização, e o que é boato de WhatsApp
  • Split payment e o fim das zonas cinzentas
  • O imposto tratado como fornecedor, com preço e contrato

Parte 2

A estratégia

  • Segregação de receitas explicada em uma página
  • Por que o livro digital, e não suplemento, roupa ou garrafa
  • Os seis erros que derrubam estruturas como essa
  • Os cinco pilares da segurança jurídica

Parte 3

Os números

  • Simples, Presumido e Real: onde a sua academia está
  • Os cinco anexos, o Fator R e a alíquota efetiva
  • Simulações completas por porte e por regime
  • O que a LC 224/2025 mudou e o que não mudou

Parte 4

A execução

  • Passo a passo da implantação em sessenta dias
  • Como levar isso para o seu contador
  • Trinta perguntas respondidas com franqueza
  • Uma nota final escrita para o seu contador ler

Anexos: checklist de conformidade (antes de começar, todo mês, uma vez por ano), modelo de cláusulas contratuais para o contrato do aluno, e um glossário do dono de academia. Mais o teste das sete perguntas: sete “sim” e a sua estrutura está de pé.

Carlos Eduardo Ignez

Consultoria tributária · AG4

  • 15anos dentro do setor de telecomunicações, primeiro operando e depois assessorando
  • 100+operações de provedores de internet atendidas pelo escritório
  • 16estados brasileiros alcançados por essas operações

Em 2011 ele saiu de gerente de contas PJ do Bradesco para trabalhar dentro de um provedor de internet. Antes do primeiro dia de trabalho, comprou três livros sobre tributação em telecomunicações. Não foi zelo, foi instinto: tinha passado anos olhando demonstrativo de empresa e já sabia onde a conta costuma doer.

Em 2025, um dono de academias procurou ele. Enquanto o empresário descrevia a operação, Carlos foi reconhecendo o padrão: receita recorrente, cliente pessoa física, ticket com pouca variação, margem que depende de volume, carga alta. Aquilo era um provedor de internet. Ele foi checar se alguém já estava aplicando no setor fitness o que era rotina entre os provedores. Não estava.

“Em 2011 eu comprei três livros para entender a tributação do setor de provedores. O dono de academia que quisesse fazer o mesmo não acharia nenhum. Por isso este existe.”
Carlos Eduardo Ignez, capítulo 1

O livro custa menos do que você paga de imposto em dois alunos neste mês.

Você negocia com todo fornecedor que aparece. Este é o único que nunca entrou na conversa, e ele é maior que quase todos os outros.

  • 202 páginas e 17 capítulos, escritos em português para quem toca o negócio
  • Simulações completas para Simples (Anexos III e V) e para Lucro Presumido
  • A fórmula para calcular a alíquota efetiva da sua academia
  • O mapa dos seis erros que derrubam estruturas como essa
  • Os cinco pilares de segurança jurídica e o teste das sete perguntas
  • Cronograma de implantação em sessenta dias
  • Checklist de conformidade e modelo de cláusulas contratuais
  • Uma nota final escrita para o seu contador ler
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Perguntas que todo proprietário faz

Isso é legal mesmo?

É, e não depende de interpretação favorável de ninguém. A imunidade dos livros está na Constituição desde 1988, foi confirmada pelo Supremo em julgamento com repercussão geral e virou súmula vinculante. A obrigação de segregar receitas por natureza está escrita na lei do Simples Nacional. O que existe de discutível não é a tese, é a execução. E o livro dedica dois capítulos inteiros a ela.

Isso é a mesma coisa que abrir uma empresa de fachada?

Não, e a diferença é total. Empresa de fachada é uma casca criada para receber receita que na verdade pertence a outra operação. Aqui não se cria empresa nenhuma: a mesma academia, com o mesmo CNPJ, passa a vender também um produto real, entregue de verdade, e declara cada receita conforme a natureza dela. É o oposto de esconder. É declarar com mais precisão do que antes.

E se eu for fiscalizado?

Você apresenta cinco coisas: o contrato assinado pelo aluno com os valores separados, a nota fiscal de cada operação, o registro da entrega de cada obra por CPF e com data, o preço público das obras arquivado, e a escrituração segregada. Se essas cinco peças existirem e forem coerentes entre si, não há o que questionar. O fisco vai encontrar exatamente o que a sua declaração diz. Fiscalização só é assustadora para quem tem alguma peça faltando.

Se é tão bom assim, por que meu contador nunca me falou disso?

Porque é novo no seu setor. Isso é rotina em telecomunicações há mais de uma década e praticamente inédito em academias. Um contador que atende academias, clínicas e lojas não tem por que ter esbarrado nisso.

E vale dizer: o trabalho contratado de um contador é manter a sua empresa em ordem, não sair procurando estratégias de outros setores para trazer ao seu. Isso não é falha dele.

A reforma tributária não vai acabar com isso?

É o contrário. A imunidade dos livros foi expressamente mantida no artigo 9º da Lei Complementar 214/2025, que instituiu o IBS e a CBS, num momento em que centenas de outros benefícios foram cortados. Em 2027, PIS e COFINS são extintos e substituídos pela CBS, que é imune para livros. Os nomes dos tributos e a mecânica de apuração vão mudar, mas para a venda de livro a reforma é vento a favor, não risco.

Isso muda o preço para o meu aluno?

Não precisa mudar, e na maioria dos casos não muda. Ele continua pagando o mesmo valor e passa a receber uma obra por mês que é dele, e continua sendo dele mesmo que cancele o plano no mês seguinte. Do ponto de vista do aluno, o plano melhorou pelo mesmo preço.

Quanto tempo leva para implantar?

Cerca de sessenta dias, se nada travar. O item que mais atrasa é a inscrição estadual, cujo prazo varia bastante de estado para estado, e por isso ela é a primeira providência do cronograma e não a última. O livro traz o cronograma completo, etapa por etapa.

Preciso de contador ou advogado para entender o livro?

Não. Ele foi escrito para quem toca o negócio, não para quem faz a apuração. O Capítulo 15 é justamente sobre como levar isso para o seu contador, incluindo as perguntas que ele vai fazer. E existe uma nota final escrita diretamente para ele, com todas as referências legais, para você entregar.

Como eu recebo o livro?

É um e-book digital. Depois da compra, a Hotmart libera o acesso imediatamente por e-mail. Você lê no celular, no tablet ou no computador.

E se eu não gostar?

Você tem sete dias para pedir o reembolso integral, direito garantido pelo Código de Defesa do Consumidor. Sem pergunta e sem burocracia.

Conhecimento não muda resultado. Decisão muda.

Enquanto a maioria das academias da sua cidade continuar pagando imposto sobre cem por cento do faturamento apenas como prestação de serviços, a diferença de margem entre você e elas não é pequena.

É a diferença entre poder segurar o preço quando o concorrente aumenta e não poder. Entre pagar melhor um professor bom e perdê-lo para a academia do outro lado da avenida. Entre abrir a segunda unidade com capital próprio e continuar sonhando com ela.

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